Cada disco dela soa como se fosse de outra artista. O primeiro era boom bap de raiz, o segundo flertava com o trap, e o terceiro, lançado agora, é drill do começo ao fim.
O público acompanha as mudanças?
Parte fica, parte vai embora e parte nova chega. Eu aceitei isso. Prefiro perder ouvinte a me repetir.
O que liga os três discos?
A escrita. O ritmo muda, mas quem ouve com atenção reconhece a mesma pessoa contando a história.
Rótulo serve para a prateleira. Música não é prateleira.

