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Entrevista: a MC que troca de estilo a cada disco explica por que não quer rótulo

Do boom bap ao drill em quatro anos, ela diz que a única regra é não repetir o disco anterior.

Redação

1 min de leitura

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Cada disco dela soa como se fosse de outra artista. O primeiro era boom bap de raiz, o segundo flertava com o trap, e o terceiro, lançado agora, é drill do começo ao fim.

O público acompanha as mudanças?

Parte fica, parte vai embora e parte nova chega. Eu aceitei isso. Prefiro perder ouvinte a me repetir.

O que liga os três discos?

A escrita. O ritmo muda, mas quem ouve com atenção reconhece a mesma pessoa contando a história.

Rótulo serve para a prateleira. Música não é prateleira.

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